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FIES – alternativas para quem não conseguiu o benefício

Olá, estudante!

Buscar alternativas ao FIES requer muita cautela, pois nenhuma outra oferta de financiamento estudantil pode ser comparada com programa disponibilizado pelo Governo Federal (que desde o mês de março possui novas regras). A bruta diferença está justamente na finalidade dos empréstimos, pois bancos ou qualquer outra instituição financeira visa o lucro diferentemente do Estado que coloca esta opção como um benefício social.

É compreensível que no desespero, após percorrer uma maratona de estudos e enfrentar uma batalha de vestibulares para conseguir uma vaga na universidade, estudantes estejam dispostos a assumir dívidas que nem podem afirmar com certeza que conseguem pagar ao término do curso. Porém, por mais difícil que seja esse momento, toda a calma e cuidado são necessários, trocar um problema por outro maior no futuro não resolve nada.

O primeiro passo é eliminar todas as opções antes de definir que o empréstimo deve ser feito. Portanto, considere todas as possibilidades existentes, sugestão:

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  • Opte pela faculdade com o curso mais barato
  • Procure se informar na instituição sobre bolsa de estudo ou tente negociar um desconto.
  • Encontre uma forma de obter alguma renda, um emprego ainda que não seja na área desejada – uma dica, olhe por vagas na própria universidade, muitas concedem benefícios aos seus funcionários. Se já trabalha, converse com o seu superior sobre conseguir algum auxílio da própria empresa. Qualquer ajuda para não financiar o curso inteiro.
  • Faça uma reunião familiar, veja se não existem gastos que possam ser cortados.

O que precisa ficar claro é que, apesar do diploma ser um diferencial, ele não garante um emprego. E sabe-se que os salários de quem acaba de ingressar no mercado de trabalho nunca são graúdos, o que dificulta muito o pagamento de parcelas. Vale lembrar que o financiamento significa o valor da mensalidade mais os juros, por isso tentar fazer um esforço extra agora sai mais barato.

Se ao final das considerações nenhuma opção tiver funcionado, é aconselhado que se apure os créditos estudantis oferecidos no mercado, mas atenção: Não confunda com empréstimos bancários comuns, estes têm taxas de juros mais elevadas e prazos para pagamento diversos.

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Primeiro, procure ir na faculdade verificar se possuem convênio com alguma instituição financeira. Depois, analise muito bem as propostas para tomar a decisão correta e planeje o seu orçamento para não gerar novas dívidas.

Basicamente os principais credores específicos para esse caso são: Pravaler, Fundaplub e Bradesco. O Santander oferece um determinado valor de crédito apenas para ajudar a cobrir os gastos com matrícula e rematrícula.

Advertência!

Fique de olho nas taxas e condições. Pravaler e Fundaplub solicitam que o estudante pague pelo menos 50% da mensalidade, o Bradesco chega a financiar 100% mas o crédito precisa ser analisado. Com relação as taxas, Pravaler e Bradesco chegam perto dos 30% de juros ao ano, já a Fundaplub em torno de 4,2%.

Outra questão são prazos para liquidação das parcelas. Com a Pravaler o estudante consegue pagar o crédito em pelo menos duas vezes durante o curso, no Bradesco são 42 meses e na Fundaplub é pago metade da mensalidade durante o curso e ao término inicia-se o pagamento dos outros 50% remanescente. Lembre-se que nem todas as universidades possuem acordo com essas instituições, portanto, antes de definir a universidade, verifique com cautela.

Caso nenhuma dessas alternativas tenham funcionado, releve juntar um pouco de dinheiro antes de ingressar na faculdade. Ao se programar você consegue financiar o curso por menos tempo.

Até breve!

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