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Conheça as 13 principais dúvidas sobre concurso público

Olá,

Os concursos públicos, mesmo que eles sejam para cargos temporários, continuam sendo uma forma de colocação profissional que agrada a muitos trabalhadores. Nesse cenário há muitas dúvidas com relação aos concursos existentes, principalmente porque alguns cidadãos não sabem bem quais são os seus direitos ao se inscreverem, como por exemplo os recursos que eles podem solicitar.

Outras dúvidas relacionam-se à forma como essas pessoas podem estudar: existem alguns truques para que os conteúdos desses concursos sejam melhor entendidos?

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Conheça aqui as 13 principais dúvidas sobre os concursos públicos

1) Quando se sabe que um concurso é apenas temporário?

Os editais vão declarar se determinado concurso é para a contratação efetiva ou se é para os temporários. Entretanto, as pessoas podem saber antes de ler esse edital: é só se atentar para o termo “processo seletivo”, que já vem no anúncio. Quando um órgão faz um processo seletivo significa que as suas contratações serão as de tempo determinado.

2) O que acontece com os contratados que são por tempo determinado?

Aqueles que são nomeados somente temporariamente recebem um contrato e, durante aquele tempo, eles têm os recolhimentos de fundo de garantia, auxílio transporte e tudo o que qualquer profissional registrado recebe. A diferença é que a quantia que os efetivos recebem é mais alta: as bonificações para os que são concursados efetivamente, por exemplo, é maior que aquelas dados aos que são temporários.

3) Os que são contratados temporariamente podem ter o seu contrato estendido?

Essa não é uma coisa que costuma acontecer no serviço público. Apesar das empresas particulares estenderem as contratações quando ainda há demanda de trabalho, os contratos da rede pública, geralmente, costumam ser encerrados e então o órgão abre outro processo seletivo.

Existem alguns casos nos quais para que não se tenha todo o gasto de uma nova banca, peça-se alguma autorização judicial para que os contratados possam ficar por mais meses trabalhando. No entanto, os que são nomeados temporariamente precisam se basear no seu contrato e no tempo que ele determina.

4) Os servidores podem deixar o seu cargo?

Sim, todos os que são contratados no serviço público podem pedir a chamada exoneração. Isso significa que esse trabalhador está abrindo mão do cargo e é possível que o órgão peça que ele cumpra um período parecido com o aviso prévio das companhias privadas.

É preciso se atentar para quais são as consequências e se pedir a exoneração: esse profissional ainda recebe a sua remuneração correspondente, mas é possível que ele tenha restrições para novos concursos daquela instituição. Um exemplo: se o cidadão era da Prefeitura, ele poderá ficar vetado de concursos novos desse órgão por alguns anos.

5) As pessoas que fazem os concursos públicos têm mesmo estabilidade?

Nem sempre os profissionais ficam naquela instituição pública até a sua aposentadoria, como ocorria nas décadas passadas e como alguns brasileiros ainda pensam ser. É claro que a estabilidade que um servidor público possui é bem maior que aquela dos funcionários da iniciativa privada.  Contudo, quando o Governo Federal precisa reduzir gastos, ele pode solicitar que alguns servidores sejam exonerados.

O comportamento que os profissionais públicos tem também pode motivar uma exoneração. Geralmente, a perda do cargo acontece porque o servidor teve conduta indecorosa, porque ele agrediu alguém ou coisas parecidas. É verdade que a demissão por falta de produtividade é algo que não se vê na rede pública.

6) Há um método único para que os concurseiros se preparem?

Não se pode estabelecer que o método X dará mais aprovação aos concurseiros: dependerá de quais são os assuntos desse concurso e até de como foi o processo de aprendizagem de cada um. O que é possível sugerir são formas de estudos que costumam ajudar os indivíduos a armazenar mentalmente mais informações.

Usar apenas a leitura, por exemplo, não é um dos melhores métodos porque o estudante fica passivo: para que o cérebro seja motivado a guardar determinados dados, é necessário que a pessoa tenha um esforço intelectual, ou seja, que ela faça resumos, que ela fale em voz alta e até que faça apontamentos visuais, como os mapas mentais.

Outra forma de estudo que reduz um pouco as chances de alguém ser aprovado é aquela que não é contínua. É preciso que os estudantes de concursos tenham regularidade e que revisem cada um dos temas que estão no conteúdo programático.

7) Quando os candidatos podem solicitar um recurso?

Os recursos servem para que os candidatos solicitem uma revisão em qualquer ponto do concurso: desde o deferimento de uma inscrição até a correção da prova. As bancas que as instituições selecionam têm períodos para que as pessoas possam pedir esse recurso.

A requisição desses recursos não garante que a banca vai aceitar o que o concurseiro está pedindo: é possível que ela siga indeferindo determinada inscrição ou que ela continue considerando alguma questão como errada, mas vale a pena que essas pessoas a peçam.

8) Como funcionam os cadastros reservas?

Os cadastros reservas são exatamente iguais às conhecidas listas de esperas que as universidades disponibilizam. Quando a quantidade de servidores para a tal função já está acabando, o órgão público pode se adiantar e deixar “reserva” alguns candidatos já aprovados para serem convocados.

Lembrando que os que são aprovados nos cadastros reservas nem sempre são convocados. Uma vez que o período de validade de determinado concurso acabou e não houve uma extensão, não ocorrem mais nomeações.

9) Os concursos podem ter as perguntas chamadas de pegadinhas?

A forma como as questões dos concursos são feitas é particular de cada banca, podendo ter pegadinhas. Por isso, os concurseiros que avaliam uma prova da Fundação Carlos Chagas e também da VUNESP terão estilos diferentes.

A razão para essas questões não é causar prejuízos aos concurseiros, mas sim avaliar a profundidade de conhecimentos e também a atenção. Aliás, essas são as duas palavras-chaves para que um candidato não seja prejudicado pelas pegadinhas: conhecer aquele tema e atentar para a própria pergunta, já que ela pode ter contradições.

10) Como é a isenção da taxa de inscrição?

Todos os concursos apresentam a isenção da taxa: os cidadãos de quaisquer faixas de renda devem ter a oportunidade de conseguir a vaga. Porém, as bancas somente deferem as isenções quando os candidatos apresentam comprovantes de renda satisfatórios. No caso de o profissional ser auxiliado pelo Bolsa Família, é certo que a isenção será autorizada.

11) O que ocorre quando o candidato é chamado para a posse?

O aviso de que os aprovados poderão tomar posse vem pelo Edital de Convocação, que pode ser apresentado pela banca ou mesmo pela instituição. São enumerados os nomes de quem vai tomar posse, de acordo com a sua pontuação, e determina-se quando eles levarão os seus documentos.

É pedido aos aprovados o RG, o seu comprovante de residência, o atestado de antecedentes criminais, o diploma, os títulos que foram apresentados na inscrição e outros documentos que podem ser específicos para determinados cargos, como as inscrições nos conselhos de Medicina e outros. Todos os documentos que os aprovados mostram precisam ser originais, embora seja válido que se tenha também uma cópia.

Ressalva-se a pontualidade: é perigoso que os candidatos aprovados que não chegarem no horário para a sua nomeação percam a sua oportunidade. Também não existe mudança no dia da posse: se o órgão público estabeleceu que é no dia 3, é apenas naquela data: o aprovado não poderá procurá-lo depois, pois outro candidato já terá sido nomeado.

12) Senão pode mudar a data da nomeação, como funciona o adiamento de posse?

O adiamento de posse é o único recurso para os candidatos que estão sem alguma documentação, estão doentes ou outras situações. O adiamento precisará ser aprovado pelo órgão público que está convocando e é de somente um mês. Além disso, os aprovados precisarão solicitar esse adiamento assim que forem convocados: se eles não forem à posse, mas também não tiverem o seu adiamento deferido, eles ficarão sem o cargo.

Um motivo pelo qual alguns aprovados pedem o adiamento da posse é porque o seu exame admissional teve alterações. Nesse caso, eles podem solicitar outras avaliações médicas e, sendo assim, é certo que o órgão público vai aguardar. Também pode requisitar o adiamento os que têm cargos em outros locais e precisam esperar para que se façam os horários: é comum essa situação com os professores.

13) Todos os aprovados fazem os exames admissionais?

É obrigatório não apenas que o aprovado faça o exame admissional e, normalmente, é a instituição quem vai estabelecer em qual hospital esses testes serão feitos, inclusive as datas.

E vocês concurseiros, possuem mais alguma dúvida?

Até logo!

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