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Concursos de Tribunais: Por que prestar?

Olá,

A Justiça brasileira é dividida em cinco esferas – estadual, federal, eleitoral, militar e do trabalho. Com isso, há pelo menos 6 concursos públicos para tribunais por ano. Com tantas oportunidades, esses certames são bastante cobiçados e concorridos.

Cada estado possui um Tribunal de Justiça e um Tribunal Regional Eleitoral. Existem ainda 24 Tribunais Regionais do Trabalho e 5 Tribunais Regionais Federais. Confira as vantagens de prestar um Concurso para Tribunal:

Vantagens

  • Boa estrutura e ambiente de trabalho;
  • Estabilidade;
  • Remuneração acima do mercado de trabalho.

Média de Salários

  • Juízes – 20 mil reais,
  • Analistas – 8 mil reais.
  • Escreventes, técnicos e oficiais de Justiça – entre 4 mil reais e 6 mil reais

Confira valiosas dicas para garantir a sua vaga em um dos Tribunais brasileiros:

O que estudar?

Pegue firme nas Disciplinas como Português, Direito Constitucional, Administrativo, Civil, Processo Civil e Português, pois são comuns a todos os Concursos de Tribunais. O que vai diferenciar, por exemplo, é que para TRTs, o candidato terá que estudar, ainda, Direito do Trabalho e Processo do Trabalho. Os TRFs e TREs também terão outras matérias afins.

O que cai também é o regimento interno dos tribunais, e alguns tribunais exigem ainda, raciocínio lógico matemático e informática. Fique atento ao edital!

Essa similaridade é positiva, porque fica mais fácil se preparar para vários concursos ao mesmo tempo.

Como começar?

  • Consulte o edital de cada concurso desejado.
  • Faça um quadro e destaque as disciplinas comuns de todos os editais
  • Investigue o perfil da banca organizadora
  • Faça um roteiro de estudos que reúna teoria mais exercícios. Uma boa dica é investir num curso online.
  • Resolva o máximo de questões de provas anteriores
  • Fique atento às alterações legislativas e à jurisprudência dos tribunais superiores.
  • Atenção aos Tribunais que cobram conhecimento específico, como por exemplo, na Justiça estadual e federal, em que deve-se valorizar a normativa estadual e federal de organização judiciária.

Até logo!

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