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Como fazer intercâmbio e economizar trabalhando fora do país

Olá, leitor!

Como fazer intercâmbio e trabalhar fora do país para conseguir economizar durante sua estadia em outro país é uma questão que muitas pessoas desejam saber. Isso porque, apesar de ser um sonho de consumo para muitas pessoas, fazer um intercâmbio requer um grande investimento. Sendo assim, pensando em ajudar a todos os interessados em fazer um intercâmbio, separamos uma série de dicas de como fazer intercâmbio e arrumar um emprego para ajudar nos custos da viagem.

Fazer um intercâmbio é a maneira mais eficiente de conhecer verdadeiramente um país, compreendendo não só a cultura e o idioma, mas, também, aprofundando-se em suas tradições e costumes.

A habilidade de aproveitar todas as oportunidades que outro país oferece e aprender cada vez mais, o idioma na prática é uma experiência única. Entretanto, um obstáculo frequente para vivenciar uma experiência fora do Brasil, o grande investimento necessário par realizar esse sonho.

Porém, existem formas de se economizar e ainda assim, vivenciar essa experiência. Confira aqui algumas dicas de como poupar dinheiro, financiando sua própria viagem e aproveitando ao máximo seu futuro intercâmbio.

 Dicas de como fazer intercâmbio e economizar trabalhando fora do país?

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Todas as opções listadas abaixo são muito válidas e interessantes para todos aqueles que querem saber como fazer um intercâmbio e economizar trabalhando no país em que estiver hospedado. Apesar de algumas dessas dicas não serem de trabalhos em si, mas elas são muito importantes para que seu intercâmbio ocorra da melhor forma possível. Além de se conseguir economizar e descolar uma grana a mais durante a sua estadia.

1 – Trabalhar e estudar

Este tipo de intercâmbio é para os amantes de inglês. O aluno começa um curso no de inglês no exterior e posteriormente, coloca seu aprendizado em prática em um trabalho remunerado. Portanto, além de aprimorar seu conhecimento em inglês você ainda adquire experiência profissional no exterior.

Para os alunos do ensino superior, existe a possibilidade de fazer um estágio ou mesmo um trabalho efetivo. De qualquer maneira, é uma experiência que vai te acompanhar por toda a vida. Apesar de estarmos citando o idioma inglês, por ser o mais popular, existem intercâmbios nessa modalidade para diversos idiomas.

2 – Trabalhar e viajar

Voltada, sobretudo, para jovens universitário. Esse tipo de programa dá a oportunidade à pessoa de bancar suas próprias viagens pelo país, depois de trabalhar durante as férias de verão. Além de aproveitar suas férias adquirindo experiência profissional e conhecimento em outro idioma, dá pra usar seus ganhos para desbravar o território estrangeiro.

3 – Determine seus objetivos

Existem várias formas de viajar gastando relativamente pouco, mas tudo depende do seu objetivo. Não se afobe. A viagem que algum conhecido seu fez pode não ser a ideal pra você, por mais barata que tenha saído. É importante pesquisar e se informar.

Fazer pequenos trabalhos durante a viagem é interessante, mas ir sem preparação é errado, pois, dificilmente uma pessoa dará trabalho, mesmo que sejam bicos, a um estrangeiro desconhecido. Vá com um plano, sempre! Isso garante uma chance maior de e você encontrar uma opção que corresponda às suas expectativas, o que torna o investimento muito mais válido.

4 – Procure uma bolsa de estudos

Não existe forma mais econômica de viajar do que quando uma instituição lhe paga para fazer isso. Procurar uma bolsa que lhe interesse e pra qual você esteja qualificado a se candidatar, preparar tudo e se inscrever pode ser trabalhoso, mas é mais palpável do que a maioria das pessoas pensam.

É importante se preparar, no entanto. Estudar o idioma alvo e fazer outras atividades relacionadas com a área de estudos, podem transformá-lo num candidato interessante pra uma bolsa.

5 – Viaje por conta própria e economize na hospedagem por trabalho

Se nenhum dos programas anteriores lhe interessar e você só quiser estudar um idioma, por exemplo, é interessante viajar por conta própria. Para quem não tem experiência em viagens, isso pode ser mais complicado, mas tendo-se segurança, vale muito a pena pesquisar orçamentos, não só com agências de intercâmbio aqui no Brasil, mas também direto com escolas (de boa reputação, o que, atualmente, é possível ser verificado com conhecidos ou online) nos possíveis países de destino.

Outra forma de economizar é com a hospedagem: muitas agências oferecem acomodação em casas de família ou studios, mas os preços costumam ser proibitivos. Mas, a modalidade do momento é trocar trabalho por hospedagem. Você pode, isso se você for pra uma cidade com vida universitária, até encontrar um quarto em um apartamento compartilhado com outros estudantes ou mesmo, em uma residência estudantil, por um preço muito mais acessível.

Contudo, existem muitos albergues e hostels que estão trocando hospedagem por horas de trabalho. Hoje em dia, existem muitas plataformas voltadas a isso, onde as pessoas compartilham experiências ou grupos no Facebook e dão dicas para hospedagem por troca de trabalho. Ou seja, é possível encontrar opções de trabalho que farão você economizar durante o seu intercâmbio.

6 – Procure um lugar com baixo custo de vida

Esse fator é importantíssimo. Uma dica geral é evitar capitais e cidades que vivem do turismo, porque os preços costumam ser bem mais altos, principalmente pra hospedagem. Além disso, procure saber o custo de vida do país. Se você quiser ir estudar inglês, por exemplo, a Inglaterra é uma opção cara, mas existem muitos outros destinos igualmente interessantes e mais baratos.

Outro exemplo clássico é o caso do espanhol: se você não pode ir pra Espanha, onde o euro triplica os custos, e quer fugir da grande quantidade de brasileiros em destinos populares como Buenos Aires, que tal procurar uma cidade menor na Argentina, como Mendoza ou Córdoba, ou então ir pra um país diferente, como Costa Rica ou Uruguai? Algumas dessas viagens podem ser mais baratas que destinos brasileiros.

Outra coisa interessante ao se procurar lugares com baixo custo de vida para fazer intercâmbio, é porque assim você terá mais chances de conseguir encontrar algum trabalho eventual e simples para levantar uma grana.

7 – Tenha uma atitude econômica em relação à viagem

Outro fator importante é sua atitude. Se quiser fazer uma viagem econômica, é preciso desapegar de coisas supérfluas e aprender a ser mais flexível. Existem pessoa que preferem viajar com dinheiro sobrando, podendo fazer compras sem preocupação e ficar em bons hotéis.

Se você não puder se dar ao luxo de desfrutar dessas experiências, procure um programa de intercâmbio barato, junte o dinheiro necessário e, logicamente, um excedente para emergências e incorpore uma atitude econômica durante a viagem.

Comer e beber em casa, por exemplo, são hábitos simples que barateiam muito o dia a dia. Se estiver na Europa, a vontade de viajar é inevitável, por conta das distâncias reduzidas, mas você pode dar prioridade às companhias aéreas de baixo custo, que fazem promoções muito boas, e pesquisar passes de trem, que além de mais baratos, podem, em alguns casos, serem até mais rápidos.

Agora, em relação ao trabalho, também esteja ciente que terá muitas vezes que executar tarefas que não está acostumado a fazer. Por exemplo, para levantar um dinheiro, você tenha que lavar pratos, por exemplo, mesmo sendo um professor. Isso é muito comum, aliás, a maioria dos empregos quebra-galho que os estrangeiros conseguem fora do país enquanto fazem uma viagem ou intercâmbios, é bem mais simples.

Não tenha vergonha disso, faça de tudo para aproveitar ainda mais essa experiência, mesmo que tenha que lavar pratos!

8 – Planeje-se, pesquise e informe-se

Esta dica serve pra qualquer viagem, seja ela intercâmbio ou tradicional, e é essencial pra quem não quer gastar mais do que deve. Quando você se planeja com antecedência, além de poder parcelar alguns gastos, ou mesmo pagar à vista com um desconto maior, e conseguir tarifas mais baratas pra outros, você tem mais tempo para pesquisar sobre o destino. E quanto mais informação você tiver, mais difícil é ter gastos imprevistos ou desnecessários.

Pesquise, por exemplo, sobre lugares baratos para comer, opções de transporte mais econômicas (como um cartão mensal para o transporte público, existente em muitos países, ou a opção de comprar ou alugar uma bicicleta), supermercados com descontos (na Espanha, por exemplo, muitas redes têm produtos da “marca branca” por preços bem abaixo das marcas mais populares e com qualidade similar), entre outros fatores que podem aliviar muito seu bolso.

Além disso, também planeje e se informe bastante em relação às possibilidade de trabalho da região na qual você vai visitar. Se for com alguma opção em mente ou com algum acordo trabalhista praticamente acertado, é a melhor forma de se fazer um intercâmbio e trabalhar fora do país.

9 – Au pair

É uma espécie de babá das crianças da casa, levá-las e trazê-las da escola, além de brincar com elas nas horas vagas. Esse é o trabalho de au pair em uma família americana.

Em algumas agências de intercâmbio, com um investimento de apenas 250 dólares (que inclui o valor da passagem aérea), é possível passar um ano letivo nos Estados Unidos, recebendo uma ajuda de custo de 195 dólares por semana, e ainda fazer um curso pago pela família contratante.

Os cursos pagos pelas famílias costumam ser focados em temas simples, como artesanato por exemplo, mas  são uma excelente oportunidade para aprender mais sobre a cultura do país e praticar o idioma.

Para aderir a esse tipo de intercâmbio, o candidato deve ter entre 18 e 26 anos de idade, ensino médio completo, possuir carteira de motorista, ter ao menos 300 horas de experiência com crianças, além de ser do sexo feminino — raramente, homens são selecionados pelas famílias.

Caso a intercambista tenha experiência como professora no Brasil, também existem opções de programas especiais. É o caso do “au pair extraordinária”. Nesse caso, é cobrada uma taxa de inscrição de 795 reais, que pode ser parcelada em até dez vezes, mais 860 dólares que cobrem a passagem, documentos e treinamento de dois dias em Nova York.

Nesse programa, a au pair recebe cerca 250 dólares por semana, além de ganhar uma bolsa de estudos para um curso de sua escolha, no valor de 1.000 dólares. O prazo também é maior: em vez de passar apenas o ano letivo (que dura 9 meses), a intercambista fica um ano inteiro nos Estados Unidos.

10 – Programe-se com antecedência

No entanto, se nenhuma das opções econômicas para viajar se encaixam no bolso do viajante, o melhor jeito é se programar com mais antecedência e guardar dinheiro. O futuro intercambista pode, por exemplo, investir em fundos cambiais, que são ativos financeiros em dólar, euro ou qualquer outra moeda. Isso é quase como investir na bolsa de valores e pode dar um certo!

Outro conselho é não tentar especular o câmbio. Esperar a moeda desejada subir ou cair é arriscado e dificilmente dá certo. Ao comprar as moedas aos poucos, o viajante consegue formar uma cotação média da moeda e não corre o risco de ter de fazer a conversão em um momento de baixa do real. O ideal é começar a adquirir a tal moeda desde o momento em que se decide viajar.

Pagamentos internacionais, com cartão de crédito ou débito, e saques em moeda estrangeira têm o IOF de 6,38%, um valor mais alto do que a compra da moeda do Brasil, cuja alíquota do imposto é de 0,38%. A partir de dois ou três meses de viagem, já é mais vantajoso abrir uma conta no país de destino e enviar o dinheiro por transferência bancária. Isso porque, ao andar com altas quantidades de dinheiro em papel, corre-se o risco de assaltos e perdas, além de outros imprevistos que podem estragar o intercâmbio.

Na hora de abrir a conta no exterior, porém, um caminho seguro é procurar um banco brasileiro com subsidiárias no exterior. Assim é possível ter mais confiança nas transações bancárias.

Até mais!

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