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Como criar e usar mapas mentais para melhorar seus estudos?

Olá,

Não importa o que as pessoas estejam estudando: novas fórmulas para que os conteúdos sejam entendidos e sejam gravados são necessários. Por causa disso, são muitos os que criam métodos novos para que os nomes, os conceitos e as datas não sejam esquecidos e, principalmente, para que sejam entendidos.

Os mapas mentais constituem uma dessas técnicas, mas eles não são tão recentes quanto alguns indivíduos podem considera-lo: há muito tempo que os professores e os estudiosos empregam esse meio de organização de ideias e de associação.

A razão é que o mapa mental coopera para as duas coisas mais relevantes quando alguém está aprendendo: compreender qual é a ligação entre os temas e também não esquecê-los.

Como é um mapa mental?

O mapa mental é uma espécie de guia, ou seja, de mapa com o qual as pessoas vão seguindo pelas etapas do que estão estudando. A ideia não é que o estudante decore unicamente: é que ele entenda o percurso de uma aprendizagem.

Se essa pessoa está estudando, por exemplo, a Segunda Guerra Mundial, o seu mapa mental começará citando alguns acontecimentos que a precederam, passando para o ano no qual ela foi iniciada, aos seus maiores desdobramentos e, posteriormente, como ela acabou.

É claro que explicando assim pode parecer que é somente um resumo. De fato, é. A questão é como esse resumo é visto pelos estudantes: na forma de um mapa. Existe um título e, depois, existem quadrados nos quais se põe os tópicos que precisam recordar e vão se ligando cada um com um traço. É como uma caça: o final, ou seja, o tesouro, é o fim do conteúdo e a sua aprendizagem.

Visual: a maior vantagem que esse mapa tem

A aprendizagem que é visual costuma ter uma eficácia bem maior que apenas a leitura. Não é à toa que os professores apresentam filmes, que há ilustrações nos livros didáticos e que sempre se estimula as pessoas a fazerem associações. É exatamente com essa habilidade visual que o mapa mental trabalha: ele fará com que o indivíduo que está estudando tenha uma imagem daquele conteúdo e do caminho que ele segue.

Voltando a tratar do exemplo relacionado à Segunda Guerra Mundial: o estudante que usa um mapa mental lembrará todas as linhas que levarão o primeiro quadrado até o último. Ele se lembrará desse conteúdo, aliás, muito mais do que ele lembraria se ele fosse estudado unicamente por meio de um texto comum e até de um apontamento simples, apenas usando tópicos.

 

Como se pode criar esses mapas?

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Os mapas mentais não podem ser bagunçados: é vital que eles não tenham tópicos misturados e que tratam unicamente de um tema. Por isso, se o estudante quer criar um desses mapas, precisa estabelecer um assunto: será sobre as reações químicas com carbono? Será sobre as regras de acentuação? Será sobre Platão?

Tendo um assunto, esse estudante começará a criar, em tópico-rascunho, qual é o percurso: falando de Platão, quando é que ele nasceu, quais são as principais linhas da sua Filosofia e outra informação que na prova, por exemplo, possa ser requerida. Depois que ele já fez esses tópicos-rascunhos, ele irá para uma folha de sulfite, ou de caderno comum, podendo até ser uma cartolina.

Ele fará os quadrados em bom tamanho, podendo substitui-los por balões coloridos, por estrelas ou o que ele preferir, desde que se possa escrever dentro.  Para que esses espaços sejam ligados, as pessoas podem riscar linhas usando lápis de cor, podem usar linhas coladas, podem usar até glitter: tudo o que fizer com que eles consigam gravar em sua cabeça os devidos percursos. É claro que os mapas mentais que são temporários, apenas para uma prova de escola, por exemplo, não precisam ser tão elaborados.

E para quais contextos o mapa mental vai servir?

Não é preciso usar os mapas mentais apenas para estudos de escola: qualquer forma de estudo pode ser organizada por esse método. Com isso, os concurseiros podem usar essa metodologia para os temas da sua prova, da mesma maneira que os vestibulandos. Mesmo que a pessoa esteja aprendendo coisas mais simples, tais como um idioma novo, ela pode usar esses mapas para aprender quais são as regras de plurais, quais são os tempos verbais, quais são exceções para qualquer uma das regras e mais.

No trabalho?

Nos contextos corporativos, os mapas mentais são indicados para os procedimentos que precisam ser sempre recordados. Quando é um escritório, vale a pena que se faça um painel com esse mapa, lembrando que esse painel não precisa ser de um material mais caro: uma grande cartolina ou mesmo um papel pardo que atinja toda uma parede será suficiente.

Quando a equipe não é muito grande, o gestor pode até pedir que eles montem esse mapa: isso pode ocorrer nas reuniões que costumam ser feitas para tratar de estratégias. Se ela for muito extensa, ele pode destacar algumas pessoas para cooperar com ele para que esse mapa seja feito, mas depois ele deverá ser explicado para que os colaboradores saibam como deverão interpretá-lo para relembrar as devidas informações.

 

Aprendizagem menos pesada

Os indivíduos que recorrem a esse tipo de ferramenta de aprendizagem conseguem entender conteúdos de uma forma menos tradicional e, dessa forma, um pouco mais estimulante. Na realidade, o momento de fazer um mapa mental pode fazer com que o estudante relaxe, principalmente quando ele cuida da sua estética: colocar uma cor para cada balão, usar adesivos, usar glitter, tudo isso faz com que o momento de lidar com o conteúdo seja mais leve.

Por isso, o recomendado é que cada conteúdo tenha um mapa, mesmo que ele não seja colado em nenhum lugar e seja jogado fora depois: apenas o processo de preparar esse mapa mental já colaborará muito para que essas pessoas recordem depois e para que elas relaxem.

Facilidade para consultar

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A rapidez que um mapa mental proporciona também é valiosa: as pessoas que estão procurando qualquer informação que está em um texto e mesmo em anotações maiores podem demorar a achá-las e ainda ficarem confusas. Usando esse recurso, os estudantes vão encontrar as informações muito mais facilmente e sem que precisem ler outras coisas, embaralhando-se.

Isso também coopera para que eles fiquem calmos: há estudantes que, no momento em que precisam do dado X e não o acham, começam a irritar-se, prejudicando ainda mais o seu estudo. Uma vez que eles acham mais rapidamente, o aprendizado ganha agilidade e eles sentem realmente que estão internalizando algo.

Divertido

Falou-se das linhas coloridas que os estudantes podem colocar quando estão criando os seus mapas: alguns usam imagens de artistas dos quais gostam, usam memes retirados da Internet e muito mais coisas para que o momento de fazer e mesmo de visualizar os mapas mentais seja mais alegre.

Esse tipo de atitude é maravilhoso para os estudantes que ficam durante muito tempo preparando-se para os concursos ou para o vestibular. Esse processo causa bastante desgaste nesses indivíduos e qualquer momento para que eles tenham descontração será incrível, ainda mais se isso permanecer relacionado aos seus estudos e eles estiverem aprendendo.

Para revisões

A utilidade do mapa mental também é vista nas horas de revisão. Quando se quer somente rever pontos importantes de qualquer matéria, é só ir ao mapa mental e seguir o percurso. Como ele é bastante resumido, o estudante vai ver, provavelmente, toda a matéria de um jeito muito rápido, mas que fará com que ele “refresque” aqueles conceitos.

Por causa da sua rapidez e de ser bem resumido, o mapa mental é uma grande forma de relembrar nos dias antes de se fazer uma prova.

Nesses períodos, não é bom que essas pessoas fiquem lendo coisas muito extensas e com informações que não serão essenciais: não são poucos os estudantes que adquirem certo desespero porque veem informações das quais eles não se recordam e nem precisam. Se eles revisarem apenas com os mapas, eles acessarão somente o que é mais importante e terão mais foco.

Estímulo cerebral

Se os balões dos mapas mentais são colocados em ordem lógica, ele perde a sua carcaterística de estímulo. Desse modo, sugere-se que os estudantes coloquem as informações em balões com ordem misturada para que as linhas que os conectam sejam sempre curvas.

Quando as linhas são coloridas e se sobrepõem, os estudantes ficam mais estimulados simplesmente porque é diferente. Além disso, o cérebro funcionará diferente: ele pensará de uma atividade a mais para que chegue a próxima etapa da informação e, por isso, isso será registrado por ele com mais estabilidade. É sabido que as atividades que causam mais dificuldade são as que o cérebro mais guarda e a razão é exatamente esse percurso um pouco mais dificultoso.

E vocês já usam o mapa mental como forma de estudo?

Até logo!

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